Das leituras de Philip Yancey (II)

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Philip Yancey escreveu em Maravilhosa Graça:


''Em um mundo no qual a força significa poder, um ideal elevado como o perdão pode parecer etéreo como vapor.'' (pág. 106)

"A lei da vingança nunca estabelece o fina do jogo" (pag. 108)

"Quando momentos de graça ocorrem, o mundo tem de fazer uma pausa, ficar em silêncio e reconhecer que realmente o perdão oferece uma espécie de cura." (p.110)

"O passado deve ser lembrado antes de ser superado". (p.120)

"O perdão não é simplesmente um ato ocasional: é uma atitude permanente". (p.129)

"Todos nós somos esquisitos, mas Deus nos ama mesmo assim". (p.145)



...

Por que sai da Igreja

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"
Por que eu iria a uma igreja?
Eu já me sinto terrível o suficiente.

Eles vão fazer que eu me sinta ainda pior."


Esta frase está no início do livro ''Maravilhosa Graça'', de Philip Yancey. Trata-se de uma prostituta que passava por sérias dificuldades, que, ao ser questionada sobre o porquê de não ter procurado uma igreja a fim de receber auxílio, expressou com sinceridade o que sentia em relação a essa possibilidade.

Antes de qualquer coisa deixe-me aqui esclerecer alguns pontos:
1) este texto não será carregado de ódio ou rancor; não será uma carta de acusação a igreja nem um dossiê que denigra sua imagem e importância, mas apenas uma reflexão sobre determinados fatos tendo como base a minha experiência direta com a instituição;
2) não tenho a pretenção de que o que eu escrever a seguir seja uma espécie de fonte de autoridade para que qualquer pessoa aponte seu dedo e agrida aqueles que comungam da fé cristã - espero realmente que os que lerem consigam separar quando falarei de instituição e quando falarei de pessoas;
3) ao refletir sobre minha relação com a instituição não estou abortando minha relação com o Seu verdadeiro dono - que fique bem claro isso;


Nasci num lar cristão. Meu pai já era pastor quando vim ao mundo. Cresci aprendendo com meus pais a ter uma relação de amor a Deus, uma relação sincera, construida com muito esforço e sem apadrinhamento - por que filho de crente, crentinho não é! Desde cedo frequentei a escola bíblica dominical e adquiri o gosto por estudar a bíblia, por investigá-la e encontrar individualmente suas verdades e princípios. Ingressei no seminário a fim de me tornar bacharel em Teologia, após um ano e meio tranquei o curso e ingressei na Universidade. Deixei esta primeira graduação no quarto período, mudei de cidade e comecei a cursar Letras, curso que sempre quis fazer. Hoje tenho 26 anos, moro em Natal-RN, trabalho, estudo, namoro, saio com meus amigos nas minhas folgas, visito a igreja, vou ao parque, frequento livrarias, supermercados, leio livros, assisto séries, navego na internet, escrevo poemas, contos e crônicas, enfim, um ser humano normal.

Na minha adolescência, passei a me envolver com os ministérios da igreja. Primeiro, no louvor, como baterista, uma vez que já dominava o instrumento desde pequeno. Pouco tempo depois, assumi o microfone e liderança do ministério de louvor da juventude. Neste passo, integrava a equipe de liderança, e em seguida, fui eleito líder de jovens - cargo que ocupei por mais de 5 anos; fiz curso de teatro fora da igreja e trouxe essa experiência para o ministério de artes, onde também passei um período a frente; como possuia domínio do estudo bíblico, da hermeneutica e homilética, também fui professor na Escola Bíblica Dominical. Isso tudo sem falar no ministério de ser Filho de Pastor, esse em tempo integral (hahahah). Ou seja, toda essa vivência me deu embasamento para conhecer todo o sistema eclesiástico e falar dele com propriedade.

A sensação de pertencimento a um grupo, muitas vezes cega parcialmente a nossa visão sobre nossas práticas, sobre nosso modo de ver o grupo e sua capacidade de ação. O que geralmente acontece com os cristãos é que o ativismo religioso, a tradição (sim! Acusamos os católicos, mas somos tão tradicionais quanto), o legalismo, a institucionalização da igreja, o despreparo dos líderes, o autoritarismo de alguns patores, a centralização do poder, o engessamento dos meios da Graça, etc faz com que milhares percam o foco descoberto no momento da conversão.

Assim, como eu, acredito que muitos tem uma opinião igual (ou até mais acirrada) sobre os males que cercam o corpo de Cristo. E cabe aqui, separar bem o que é instituição do que é Corpo de Cristo. Aprendi na Bíblia que a Igreja é um organismo vivo, pulsante, em constante espansão, diretamente ligada a Videira; aprendi com a religião que a igreja é uma organização fechada, julgadora, legalista, um sistema que visa o êxito de seus gerentes, managers, também conhecidos como pastores [sic], bispos, apostólos, semi-deuses, ou qualquer título que faça o cara se sentir superior a maioria.

Vejo que o grande desafio dos cristãos hoje em dia continua a ser a propagação do verdadeiro Evangelho de Cristo, com o agravante de um esforço maior para enfrentar e ofuscar o pseudo evangelho travestido de religião, de gospel, de movimento.

É sabido que sempre existem mais pontos a se criticar do que exaltar qualquer que seja o objeto, assim como é sempre mais fácil não crer do que pagar o preço de erguer a bandeira da fé em um mundo relativista como o de hoje.

Eu decidi sair da igreja por que não aguentava mais o sistema, o peso da tradição ou da posição que eu ocupava. Quando eu disse sim ao chamado que Deus tem pra mim, refleti sobre tudo, sobre os prós e os contras, pesei-os numa balança, mas o irresistível chamado foi muito mais forte e eu aceitei. Contudo, depois de um tempo a força diminuiu, não se acabou e eu precisei de um tempo distante. Usando uma metafóra bíblica, precisei de um deserto e ainda estou nele tentando reavaliar tudo o que passei, tudo que vivi, aprendi.

Há diversos motivos pelos quais uma pessoa se afasta da igreja, assim como há milhares de motivos pelos quais ela volta. Em parte, o que aconteceu comigo foi a falta de diligência própria, baixei a guarda por alguns instantes e o ativismo me envolveu, o legalismo apareceu em algumas de minhas pregações, o dedo apontado para o pecador se fez presente em algumas aulas ao ínves da mão estendida; em algum momento eu cedi a superficialidade de realizar a obra do Senhor a profundidade de conhecer o Senhor da Obra.







Continua...








Das leituras de Philip Yancey (I)

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Philip Yancey escreveu em Maravilhosa Graça:



''Os cristãos gastam muita energia debatendo e decretando a verdade; cada igreja defende sua versão particular''. (p. 25)

''A graça é o melhor presente do cristianismo ao mundo''. (p.25)

''A religião pode oprimir em vez de libertar''. (p.26)

''Recusando-nos a crer que nossas vidas cheias de culpa e vergonha não nos levam a nada a não ser à aniquilação, esperamos, sem nenhuma espeança, por um outro lugar dirigido por regras diferentes'. (p.37)

"Eu imaginva Deus como uma figura trovejante e distante que prefere medo e respeito ao amor''. (p.47)

"Em toda a Bíblia, na verdade, Deus demonstra uma notável preferência por pessoas 'autênticas' em vez de pessoas 'boas''. (p.50)

"O problema do sofrimento encontra seu par perfeito no escândalo da graça''. (p. 55)

"Não posso moderar minha definição de graça porque a Bíblia me força a torná-la o mais abrangente possível''. (p. 65)

"A graça... nada tem a ver com justiça". (p. 75)

"... o perdão é sempre mais dificil do que os sermões o fazem parecer''. - citando Elizabeth O'Connor. (p. 79)

"Apenas a experiência de sermos perdoados capacita-nos a perdoar os outros". (p. 83)

''Quebrar o ciclo da ausência de graça significa tomar a iniciativa". (p. 85)

''Deus despedaçou a inexorável lei do pecado e da retribuição invadindo a Terra com seu amor". (p. 85)

"Sobre pecadores transformados... Cristo edificou sua igreja''. (p. 97)


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Engatinhando um possível retorno


Nunca é fácil!

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"Não confio no meu arco, nem a minha espada me traz vitória".
Salmos 44.6

É desonra deixar de confiar na sua própria força? É correto deixar de confiar na sua criatividade ou na sua capacidade de ''fazer as coisas acontecerem''? Aos olhos humanos, sim. Mas para o servo de Deus não; esse despojamento tem outro nome: renúncia!

A renúncia é fácilmente possível enquanto permanece no campo do discurso. Quando a renúncia habita apenas no imaginário do homem, ela não passa de maquiagem - algumas lavagens de sofrimento e ela se desfaz.

Renunciar no sentido real nunca é fácil! Pelo contrário, é estremamente difícil. E assim tem que ser. Toda renúncia dói, requer disciplina, coragem e submissão a Deus. Qualquer tipo de abstinência que não doa, que não marque, não é renúncia.

O esforço de abrir mão do que se gosta, abrir mão do prazer e do pecado deve ser uma postura natural do cristão. No entanto, ela em si mesma, não garante sucesso algum. A não ser que seja de acordo com a vontade do Senhor. Além disso, a confiança deve ser posta naquilo que Deus é e não naquilo que deixamos de ser! Para isso, a graça já nos basta.




Das leituras de Carlos Studd (II)

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Carlos Studd escreveu em O homem que obedecia:


"Ele (Jesus) não veio para salvar-nos em nossos pecados, mas dos nossos pecados; para salvar pecadores e torná-los justos". (Pág. 200) , grifo nosso.

"Cristo não morreu para que os homens que continuam pecando escapem do castigo". (Pág. 200)

"Um doas maiores pecados deste povo é a terrível preguiça; todos querem sentar e conversar, achando que trabalhr é tolice. Sinal de sabedoria, para muitos, é deixar o próximo fazer tudo. O cristianismo absorvido por este povo não corrigiu este erro e nem produziu amor, pois ninguém manifesta amor para com Deus." (Pág. 202)

"Todos cantam esse amor; falam nele, mas, quanto ao seu sacrifício o seu serviço para com Deus, não são mais do que simples sonho". (Pág. 202)

"Enquando estiver aqui na sela, espero cavalgar e induzir outros a cavalgarem: não é meu inetnto sermos levados para os céus, com os braços cruzados". (Pág. 204)

"Ou comamos e bebamos, porque amanhã morreremos, ou ariscaremos a vida, a morte, tudo, pelo Senhor Jesus. Precisa-se aqui, somente de homens que arrisquem tudo; os descontentes podem voltar..." (Pág. 204)

Das leituras de Carlos Studd (I)

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Carlos Studd escreveu em O homem que obedecia:


''O nosso Deus pelejará por nós, se pelejarmos por Ele. Nao edificaremos sobre a areia, mas sobre a rocha das instruções de Cristo; as portas e as hostes do inferno nao prevalecerao contras nós. Os homens de Deus devem temer? Diante de todo o mundo, sim, diante da Igreja sonolenta, morna, infiel, insipida, mostra-nos-emos prontos a confiar em Deus; arriscaremos tudo por Ele; viveremos e morreremos por Ele; e o faremos com seu gozo transbordando dos nossos corações. Preferimos, mil, vezes, morrer confiando somente em Deus, do que viver confiando nos homens. E, ao chegarmos a esse ponto, a batalha ja estara ganha e o fim da gloriaosa campanha bem proximo. A verdadeira santidade de deus sera nossa, nao aquele recheio donetio de conversa, de palavras doces e pensamentos bonitos; mas uma santidade máscula, de fé intrépidaa, e de obras corajosas para Jesus Cristo." (Pág. 129)

Das leituras de Matthew Kelly (I)

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Matthew Kelly escreveu em Os sete níveis da Intimidade:


"Mesmo o que não dizemos e não fazemos revela algo sobre nós" (Pág. 16)

"Receamos que as pessoas deixem de nos amar se nos conhecerem de verdade" (Pág.20)

"Quando revelamos nosso conflitos, damos aos outros coragem para fazer o mesmo" (Pág.21)

"A sensação de ninguém nos conhece de verdade pode ser uma das formas mais debilitantes de solidão e é gerada por noss própria falta de disposição para nos revelar" (Pág. 22)

"O mais fascinante não é o que as pessoas pensam ou no que acreditam,
mas o motivo que as fez acreditar naquilo" (Pág. 26)

"Antes de aprender a estar com outra opessoa, você precisa aprender a ficar sozinho" (Pág. 31)

"... é necessário ficar só para descobrir o enorme valor da solidão. As pessoas realmente excepcionais fizeram essa descoberta" (Pág. 32)

"A verdade tragédia acontece quando achamos que já conhecemos alguém e paramos de procurar descobrir essa pessoa" (Pág. 34)

"Intimidade nem sempre significa descobrir coisas novas. Algumas vezes significa ver de maneira diferente aquilo que sempre estev na sua frente" (Pág. 34)

"É o propósito que nos inspira a respeitar nossos compromissos" (Pág. 40)

"Quando a gente se concentra no que é bom, em vez de focar o que é errado, a vida melhora consideravelmente" (Pág. 50)

"Agradecer aquece a alma e nos lembra que a vida é um privilégio extraordinário" (Pág. 51)

"A disciplina é a estrada que leva à plenitude da vida" (Pág. 54)

"Ser livre é ser capaz de escolher" (Pág. 55)


Essa igreja é... er... diferente!

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Igreja equilibrada está fora de moda! Igreja bíblica, vivendo com ordem e decência também já não vinga. 'Movimento' é bom e o povo gosta.

Num bate papo com uma jovem recém chegada a nossa congregação, ela ao avaliar a nossa igreja disse: Essa igreja é... er... diferente! Eu disse: diferente como, equilibrada?

Essa jovem veio de uma igreja em que era dada muita ênfase no chamado 'fogo pentecostal'. A pobre moça fora acostumada ao cai-cai, ao ‘’repreprepré’’, o mistério, a ver a igreja toda marchando e uma porção de expressões emocionais que são recorrentes nas igrejas neo-pentecostais. A grande questão é que a congregação de onde ela veio é da mesma denominação que a nossa.

Nossa raiz doutrinária é marcada, em sua identidade, pela herança Wesleyana. O avivamento do século XVIII (1730), impulsionado por John e Charles Wesley, foi parte de um movimento maior, de abrangência mundial que fomentou uma renovação espiritual, a partir da Igreja da Inglaterra.

Entre as contribuições distintivas do avivamento wesleyano, está à ênfase na experiência pessoal com o Espírito Santo na importância da santificação dos crentes, ou seja, no crescimento espiritual, gradual rumo à semelhança de Cristo. A busca pela santidade foi o aspecto central na composição de grandes, médios e pequenos grupos de comunhão, que John Wesley organizou por toda a Inglaterra e além. Entre as contribuições distintas de João Wesley achava-se uma ênfase à inteira santificação nesta vida, como provisão graciosa de Deus ao cristão.

Pois bem, talvez o antigo pastor daquela jovem não tenha estudado a fundo as bases de nossa doutrina, mas isso é especulação de minha parte. O mais provável é que as influências neo-pentecostais tenham sido absorvidas pelo amado pastor. Ele já deixou a igreja e rumou para a Europa, deixando alguns crentes mal acostumados com o alimento que lhes foi oferecido.

Essa situação é talvez seja uma das mais delicadas que as igrejas reformadas enfrentam hoje em dia. Em uma conversa com um amigo recentemente, debatíamos sobre essa crise .e chegamos a uma triste conclusao: os cristãos de hoje, lêem pouquíssimo a Bíblia e não tem apego real por suas raízes doutrinárias. É a malvada biodiversidade que existe no curral do Senhor*, ovelhas e mulas dividindo o mesmo gramado.

A igreja cristã dita pentecostal, quando vive em equilíbrio, consegue harmonizar os irmãos do fogo e os das brasas, entendendo que estas manifestações estão submetidas ao crivo da Palavra Sagrada e que não são as emoções que alimentam e nutrem a vida cristã, mas a profundidade do relacionamento com as Escrituras – eles devem estar acima de qualquer arrepio!






* Indico a vocês o texto O curral do Senhor, de autoria do meu amigo e teólogo Flávio Américo, dono do blog Palavras boladas e reboladas.



O poder das palavras

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Provérbios 18. 4, 6-8, 13, 19-21


Você já parou pra pensar no poder das suas palavras e quais os efeitos que elas provocam nas pessoas?

Todos nós já sofremos por causa de palavras mal colocadas, como no caso dos apelidos, por exempl. Também já choramos por promessas não cumpridas ou mesmo por palavras que prometiam algo que nunca se tornou realidade.

Nós mesmo, costumamos fazer isso para com Deus: prometemos não pecar e falhamos; prometemos ajudar o próximo e falhamos; prometemos nos envolver mais na igreja e falhamos.

Por que na maioria das vezes não pensamos antes de falar ou prometer algo?

( )

O livro de Provérbios é um chamamento à sabedoria, a prudência e ao conhecimento. É um conjunto de ensinamentos práticos para várias áreas e situações da vida. Provérbios não poderia deixar de falar do uso das palavras e suas conseqüências.

Vejamos: Pv.11.9,12; 12.17-19; 14.3; 15.4

Provérbios 11.9, 12:
''O hipócrita com a boca destrói o seu próximo, mas os justos se libertam pelo conhecimento.''
''O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado.''

Provérbios 12.17-19:
''O que diz a verdade manifesta a justiça, mas a falsa testemunha diz engano. Há alguns que falam como que espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde. O lábio da verdade permanece para sempre, mas a língua da falsidade, dura por um só momento.''

Provérbios 14.3:
''Na boca do tolo está a punição da soberba, mas os sábios se conservam pelos próprios lábios.''

Provérbios 15.4:
''A língua benigna é árvore de vida, mas a perversidade nela deprime o espírito.''


O bom uso das palavras está ligado diretamente à sabedoria. (Pv 18.4) Salomão compara as nossas palavras ao fundo do oceano, por quê? É lá onde estão os maiores perigos. Antes de falarmos é preciso reflitir sobre a profundeza de nossas suas palavras.

Para onde suas palavras têm levado as pessoas ao seu redor? Para um ribeiro (fonte) transbordante ou para um abismo no fundo do oceano?

A língua má está sempre buscando confusão, intrigas (Pv 18.6). É como se ela desejasse o mal justamente por encontrar prazer nele. Também é como se a boca malvada clamasse pela dor da repreensão e castigo, uma vez que seguidamente pratica o mal.

O que falar da fofoca então? Ele tem um sabor agradável e ao mesmo tempo venenoso (Pv 18.8). Uma satisfação em deter a informação, mas com uma intenção egoísta e malévola de expor alguém ou de sentir-se superior a ele.

Uma palavra dita de maneira errada pode destruir uma relação e afastar de vez alguém da Verdade (Pv 18.19). Salomão fala que as contendas são como ferrolhos, reforçando as defesas das pessoas. Por isso devemos nos esforçar para evitar essas situações.

Não esqueçamos que as nossas palavras são como sementes e iremos nos fartar de seus frutos (Pv 18.20).

Quais os frutos que nossas palavras têm plantado? Frutos de benção ou de maldição? (Tiago 3.10). Nossas palavras têm poder para matar e para dar vida. Que faremos, pois com elas?

Não podemos agir de maneira imprudente ferindo as pessoas com nossas palavras. Como cristãos, devemos ter a atitude semelhante a de Cristo, que sempre tinha uma palavra amiga para oferecer.







Colossenses 4:6:

''A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.''


Cristo, meu melhor amigo.

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João 15.12-17


''Não existe nada melhor do que ser amigo de Deus
Caminhar seguro na luz, desfrutar do seu amor
Ter a paz no coração, viver sempre em comunhão.
E assim perceber A grandeza do poder de Jesus meu bom pastor''
(Amigo de Deus, Adhemar de Campos)

Outro dia eu conversava com um irmão em Cristo e falávamos sobre benefícios e sacrifícios do ministério de da vida cristã.Ele me contava sobre os momentos dramáticos que passou e no quais, teve de aprender (e decidir) a contar unicamente com Jesus, pois se sentia sozinho. Ele elegera Jesus Cristo como seu melhor amigo.

No embalo da conversa eu comecei a refletir sobre essa postura e a fazer um paralelo com a trajetória cristã, chegando a conclusão de que é preciso voltar a considerar Jesus como tal. De fato, ter Jesus como melhor amigo é desfrutar das mais perfeitas e sublimes sensações: ter a certeza de que não se está sozinho nunca, de que serei sempre ouvido, compreendido e, principalmente, amado.

A amizade de Jesus para conosco se estabelece numa relação de renúncia e entrega por amor (Jo 15.13). Cristo é amor. A cruz é a maior prova disso. Cristo não força a entrada nem a permanência no coração de alguém, pelo contrário, é uma presença voluntária que deve ser constantemente renovada.

Charles E. Fuller disse: “Comunhão com Deus significa luta com o mundo”. Nosso amor por Cristo será sempre medido de acordo com o tamanho da nossa renúncia. Você pode ser leal a uma pessoa, a um sonho, a igreja, a sua família, mas nenhuma dessas lealdades (apesar de serem justas) deve ser maior do que a lealdade a Jesus. Será que temos contado com Jesus no papel de nosso melhor amigo da forma que Ele espera que contemos? Será que temos renunciado nossas vontades, nosso tempo para investir nessa amizade verdadeira?

A amizade com Jesus não elimina necessidade da obediência (Jo 15.14). Cristo não requer de nós sacrifícios além de nossas forças.Como um amigo fiel, Ele quer de nós apenas obediência à Sua voz.Uma obediência baseada na confiança e não na obrigação ou no medo.

F. F. Bruce, disse: “O amor e a obediência a Deus estão de tal maneira entrelaçados um com o outro que a existência de um implica a presença do outro”. Outra citação interessante é esta: “A obediência a Deus é a prova infalível de um amor sincero e supremo por Ele” (Nathaniel Emmons).

Jesus Cristo tem para nós uma vida abundante em Sua graça e misericórdia. Nós é que muitas vezes trocamos isso por coisas banais. Será que temos obedecido a Deus por conveniência, por medo ou apenas por que acostumamos? Cristo nos fez livres, mas até onde devemos exercer essa liberdade? Temos entendido o verdadeiro tipo de obediência que Cristo quer de nós?

A amizade que Cristo tem por nós faz com que Ele nos dê a conhecer tudo aquilo que Ele conhece do Pai (Jo 15.15). Cristo nos doa o Seu melhor. Se a necessidade da obediência pode parecer nos levar à condição de servos, existe, contudo, uma diferença:O servo não tem confiança no seu senhor, apenas o obedece cegamente. Mas Jesus não quer isso de nós. Ele quer uma obediência baseada na confiança e não na obrigação ou no medo, lembra?

Richard Sibbes, disse: “O meu Deus e eu somos bons companheiros”. Segundo o dicionário, companheirismo, significa: Qualidade ou comportamento de quem demonstra acompanhar, apoiar ou cuidar de outrem. É sobretudo zelar por um relacionamento tão íntimo com Jesus Cristo de modo que cada passo de nossa vida seja dado com Ele.

Agostinho, disse: “Deus sente prazer em nós quando sentimos prazer nEle”. Será que precisamos voltar a sentir prazer na presença de Deus em nossas vidas? Temos valorizado a presença de Jesus em nossa vida (rotina)?

Jesus nos mostra que Sua amizade conosco tem um propósito definido (Jo 15.16): Dar frutos! Este é o propósito do nosso relacionamento com Deus. À medida que o caráter de Jesus faz diferença em nós, o nosso caráter se transforma e passa a influenciar aqueles que estão ao nosso redor. A amizade de Deus em nós é uma força em movimento, como a corrente de água que move um moinho. Jesus não quer que fiquemos parados, inertes. Qual tem sido o nosso grau de influência em nosso lar, com nossos amigos?

Thomas Brooks, disse: “Quanto mais amamos a Cristo, mais temos prazer em estar a sós com Ele. Os que se amam gostam de estar a sós um com o outro”. Você sente prazer em estar a sós com Jesus?

Precisamos renovar a nossa amizade com Cristo a cada manhã. Esta palavra deve nos motivar a buscarmos uma vida de intimidade com Cristo.

Vigilância e serviço fiel

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MATEUS 25

Aqui, uma linda história extraída dos costumes relacionados ao casamento daquele tempo que tem por finalidade nos alertar sobre a necessidade de se vigiar. Dez virgens, simbolizando a humanidade, onde cinco estavam preparadas para as bodas do noivo, enquanto as outras cinco não tinham levado azeite para as suas lâmpadas. Nesta parábola, o azeite simboliza o Espírito Santo, ou seja, a obra de Salvação é evidenciada pela presença do Consolador na vida do crente.

Em seguida, temos a famosa Parábola dos Talentos. Os Talentos mostram que dons diferentes, quando usados com a mesma finalidade, serão igualmente recompensados. Com essa parábola, aprendemos que os talentos também representam diferentes responsabilidades a serem executadas de acordo com a capacidade de cada homem. O ensinamento central aqui é sobre a necessidade do serviço fiel. Neste ponto, a fidelidade é a virtude que está sendo examinada.

Nas duas parábolas tanto o noivo quanto o senhor cumpra com a prestação de contas das noivas e dos servos, respectivamente. Se este ajustar de contas representa o julgamento das obras do crente, então temos ao que parece a figura de um verdadeiro crente sofrendo a perda de sua alma por causa da esterilidade de suas obras e da não observância do vigiar.

Neste dia, peça a Deus pedindo sabedoria para não deixar de vigiar e se preparar para a vinda de Cristo. Peça ainda para que esta sabedoria te leve a frutificar na Obra!


O Rei está voltando!

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MATEUS 24

O livro de Mateus começa agora a tomar suas formas finais. O Capítulo 24 é iniciado com o sermão profético de Cristo a o princípio das dores do Messias. Neste sermão, Cristo aborda os temas escatológicos (futuros) acerca da tribulação dos crentes e da Sua segunda vinda.

A partir do verso 32, Ele propõe a parábola da figueira. A característica especial dessa árvore é que seus frutos e folha aparecem quase ao mesmo tempo, quando ela tem folhas, o verão está próximo. Por isso Jesus associa a nação revigorada com a aproximação desses acontecimentos futuros que tinha acabado de revelar. Em suma, Cristo queria (e quer) que Seus seguidores não se acomodem, mas que se preparem para a Eternidade.

A segunda Vinda será tão repentina e tão discriminatória que pessoas trabalhando juntas serão separadas. Os sinais serão visíveis, e a advertência é para todos os crentes, pois todos devem vigiar e estar prontos para a Sua vinda. É importante refletir: os sinais da volta de Cristo estão cada vez mais presentes ao nosso redor, como estamos nos preparando para a volta do nosso Senhor? Estamos prontos para subir aos céus?

Neste dia, peça a Deus a compreensão de que Sua volta é iminente e está próxima. Peça ainda para que você esteja preparado para este grande acontecimento.

“O Rei está voltando! Aleluia, Ele vem nos buscar!”


A questão da hipocrisia

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MATEUS 23
Aplausos, reconhecimento, status, autoridade, poder, vaidade – estas são palavras nos remetem a sensações ou sentimentos que podem nos trazer sérios problemas. No capítulo 23 Jesus combate implacavelmente a hipocrisia. Ser hipócrita é aparentar uma imagem falsa, representar uma personagem que não existe, é viver uma vida de aparências.

Jesus Cristo, por pelo menos oito vezes, usa a expressão: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!” . Essa ênfase de Jesus nos aponta que ele detesta uma vida dúbia. Não podemos admitir que nunca seremos tentados nisso, pois seria muita pretensão nossa. Mas devemos tomar todo o cuidado com a forma que estamos vivendo. A vida religiosa em si é muito piedosa, porém, devemos lutar para que essa piedade não termine em falsidade e mero cumprir de regras a fim de recebermos reconhecimento humano.

O bom é saber que Jesus Cristo nos ama e Seu desejo sempre foi o de nos ajuntar sob suas asas (V. 37). Que linda demonstração de cuidado e amor! Quando o perigo da hipocrisia bater à nossa porta, corramos para o aconchego do nosso Senhor Jesus.

Neste dia, peça a Deus que te livre de toda hipocrisia, te ensinando a ter um coração sincero e integro diante dEle. Peça ainda para que você nunca se afaste dos Seus braços de amor.


O chamado bondoso ao Reino de Deus

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MATEUS 22

Quem não gostaria de receber um convite para jantar com Jesus? Qualquer um de nós adoraria. Este capítulo nos traz uma parábola que trata de uma situação semelhante a esta. No texto, o Rei, seu filho e as bodas representam, o Pai, Cristo (Jo 3.29), e o reino vindouro.

O convite oriental incluía um convite inicial e um segundo chamado á hora estipulada. Os convidados, aqui Israel certamente, recusaram-se a atender a este chamado, e quando foi apresentado mais outro convite explicando o primeiro, tornaram-se imprudentemente rudes. Quanta vezes Cristo não dá sinais de Seu desejo de estar mais próximo de Seus filhos, e nós, simplesmente não damos atenção!

Tanto maus como bons são convidados por Jesus (V.10), e estes são pecadores declarados e os moralmente justos. Ambos são objetos do chamado bondoso de Deus. A veste nupcial (V.11) representa uma exigência absoluta para a entrada no Reino. Assim elas representam o mando da justiça imputada, a qual Deus fornece graciosamente ao homem mediante a fé (Is 61.10). Não nos enganemos. Jesus Cristo nos convida constantemente a sentarmos á mesa da Sua presença!

Neste dia, ore a Deus para que você esteja sempre atento aos convites para desfrutar da intimidade do Rei. Peça ainda, que o seu coração esteja preparado para a vinda de Cristo.


Um casa limpa e arrumada

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MATEUS 21

No capítulo 21 temos várias cenas acontecendo e uma gama de assuntos sendo abordados. O início do capítulo traz a entrada triunfal de Jesus na cidade de Jerusalém. Um fato interessante é observamos que anteriormente Cristo se esquivou de tais demonstrações públicas, mas agora Ele fizera cuidadosos preparativos para uma inconfundível apresentação pessoal á nação.

Do vers. 12 ao 17 temos a purificação do templo. O pátio externo continha animais para os sacrifícios e mesas para trocar dinheiro estrangeiro por siclos do santuário. Jesus não poderia permitir que o templo fosse usado para fins contrários à vontade do Pai. Por isso mesmo, Ele agiu com tanto ímpeto, expulsando os mercadores e derrubando as mesas dos cambistas.

Da mesma maneira acontece dentro de nós! Quando Jesus entra em nosso coração varre pra fora tudo aquilo que não está de acordo com a Sua santidade. Ele limpa a nossa casa espiritual, realinha os móveis para que possamos viver uma vida de acordo com o propósito para o qual fomos criados. E como está a sua casa espiritual? Limpa e arrumada? Ou totalmente bagunçada?

Neste dia, ore a Deus pedindo para que todos os dias você permita que aconteça uma limpeza na sua alma. Peça ainda que Ele purifique o seu corpo, que é o templo do Espírito Santo.


Um Evangelho paradoxal

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MATEUS 20

...“quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo.” v. 26b e 27

Paradoxal. Talvez seja uma boa definição para o ensino de Jesus, ao menos quando temos como referência os conceitos comuns dos homens. Neste capítulo, encontramos pelo menos duas situações paradoxais, que, na verdade, são mesmo características da vida no reino de Deus.

A primeira é apresentada na parábola dos trabalhadores na vinha: Como aqueles que trabalharam menos receberam a mesma recompensa dos que trabalharam mais? Como nós, gentios, ganhamos o mesmo direito dos judeus, de sermos feitos filhos de Deus? Jesus impactava aos de sua época pregando a soberania de Deus e o evangelho do reino para todos, sejam judeus, sejam gentios, e não seria injusto se não recebesse nem uns nem outros, e não é injusto por receber e recompensar a todos igualmente.

A segunda situação paradoxal podemos conferir a partir do v. 20, quando a esposa de Zebedeu, mãe de Tiago e João, faz um estranho pedido a Jesus, de que permita que seus filhos se sentem ao Seu lado no reino. Temos também tido o coração ambicioso por destaque e prestígio? É duro ter de admitir, mas Jesus, que é Deus, tem um coração bem diferente desse. É meio clichê, mas quem não vive para servir, não serve para viver – ao menos, não no reino de Deus.

Neste dia, ore a Deus pedindo um coração disposto a servir. Peça ainda que Ele te livre de todo e qualquer sentimento de soberba e orgulho.

Além da superfície

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MATEUS 19

Além do Jordão, nas terras da Judéia (v. 1), Jesus se compadece das multidões que o haviam seguido e passa a lhes ensinar, como costumava fazer. Questionado pelos fariseus acerca do divórcio, Jesus conduz seus ouvintes ao propósito divino da união entre um homem e uma mulher: que sejam ambos uma só carne. Deus quer uma união perfeita, sem mácula, sem separação. Esse é o ideal. Muitas vezes, temos feito como aqueles fariseus e nos prendido, com convicção, à regra, à lei, sem percebermos que, desse modo, estamos tocando apenas na superfície, quando Deus pensa muito mais além. Deus pensa no que nos leva a obedecer, no fundamento, no princípio, na motivação que temos para agir. Jesus, de forma simples e perfeita, vem clarear nosso coração acerca do que realmente importa para Deus.

Jesus também trata, naquela circunstância, de ensinar-nos a sermos como crianças (como o fez no capítulo anterior). Você tem buscado ser como criança diante de Deus, dependendo absolutamente dele?

Um último ponto abordado pelo Mestre neste capítulo é o perigo das riquezas. O princípio aqui seria o despojamento, o abrir mão da própria vida e dos próprios interesses pelo que interessa ao próprio Deus. A questão não é necessariamente a riqueza – mais uma vez, cuidado com a superfície – mas o que a riqueza costuma fazer com o homem e isso pode ser aplicado também a tros aspectos da vida.

“E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe [ou mulher], ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna.” v. 29.

Neste dia, ore a Deus pedindo que Ele liberte o seu coração que qualquer apego às coisas materiais da vida! Peça ainda, que Ele te ensine a ser uma criança em Seus braços, numa vida de eterna dependência.

Como criança

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MATEUS 18

Todo o capítulo dezoito constitui mais um sermão de Jesus, desta vez, sobre a vida da comunidade no reino de Deus. Jesus trata, primeiramente, da humildade que deve caracterizar o discípulo. Usando a figura da criança como exemplo, Jesus faz um comparativo sobre como o discípulo deve se portar diante de Deus, em absoluta confiança e em plena dependência dEle. O sermão prossegue abordando ainda os cuidados que a comunidade deve ter para com os que se extraviam da fé, entendendo que o amor de Deus acolhe os humildes e fracos (v. 6-14). E, mais uma vez, as palavras de Jesus se referem ao perdão, à importância da reconciliação. Deus se importa tanto que perdoemos que sempre nos lembra o quanto Ele mesmo nos tem perdoado.

Para refletir: Humildade, zelo, misericórdia, perdão, reconciliação. O que você leva deste sermão para o seu caminhar com a Igreja?

Neste dia, ore a Deus pedindo que Ele ministre sobre vocês as qualidades de um verdadeiro discípulo de Cristo e, principalmente, que isso faça diferença na vida das pessoas!

Cristo em poder e fé

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MATEUS 17

Um dos temas que mais se repetem em Mateus é a questão da fé depositada em Cristo e os seus efeitos internos e externos. No capítulo dezessete vemos uma situação interessante. Jesus leva três discípulos (Pedro, Tiago e João) a um monte para vivenciarem o evento da transfiguração. Quando retornam se deparam com uma situação embaraçosa: os noves discípulos que ficaram não conseguiram expulsar o demônio do jovem epiléptico.

Jesus os havia revestido de autoridade (Mt. 10.8) para aquela tarefa, mas eles falharam na pequenez da fé. Não incredulidade em Jesus como o Messias, mas dúvidas quanto ás palavras que ele lhes dissera.

Quantas vezes agimos como estes discípulos? É comum nos deixarmos levar pelas nossas falhas, pecados, erros e não crermos no que Deus pode fazer por meio de nós. É óbvio que não devemos nos acomodar nas nossas limitações. Devemos lutar com todas as forças para vivermos uma vida consagrada e testemunharmos Cristo em poder e fé.

Neste dia, ore a Deus pedindo a disciplina para manter uma vida de constante consagração a Deus. Peça também que Ele renove sua motivação para orar em todo o tempo e, principalmente, mortificar sua carne por meio do jejum.


''Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo''

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MATEUS 16

Este capítulo narra uma das cenas mais belas a respeito do reconhecimento de Cristo como Senhor e Salvador. Havia muitas idéias de quem seria Jesus, uns diziam que ela João Batista, outros diziam que era Elias e outros, Jeremias. Nos dias atuais vivemos situação semelhante, muitas religiões reconhecem Jesus parcialmente como líder histórico, político, como um revolucionário pacifista, um grande mestre, um profeta ou até como o maior psicólogo que já existiu.

''Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo'' – essa foi a resposte de Pedro. Todos sem dúvida concordaram, mas Pedro portou-se à altura da situação com a resposta inequívoca. Essa declaração não foi produto de entusiasmo prematuro, mas de uma analisada reflexão de fé. Tal compreensão espiritual é uma revelação divina e a menos que se reconheça Cristo como único Senhor, ninguém pode ter a Salvação.

Neste dia, peça a Deus para gerar em sua vida um reconhecimento diário da pessoa de Cristo. Peça também para que a Sua graça salvadora alcance os corações que o conhecem em parte.