Das leituras de Carlos Studd (II)
Posted by Brunno Soares | Posted in Leituras |
Carlos Studd escreveu em O homem que obedecia:
"Ele (Jesus) não veio para salvar-nos em nossos pecados, mas dos nossos pecados; para salvar pecadores e torná-los justos". (Pág. 200) , grifo nosso.
"Cristo não morreu para que os homens que continuam pecando escapem do castigo". (Pág. 200)
"Um doas maiores pecados deste povo é a terrível preguiça; todos querem sentar e conversar, achando que trabalhr é tolice. Sinal de sabedoria, para muitos, é deixar o próximo fazer tudo. O cristianismo absorvido por este povo não corrigiu este erro e nem produziu amor, pois ninguém manifesta amor para com Deus." (Pág. 202)
"Todos cantam esse amor; falam nele, mas, quanto ao seu sacrifício o seu serviço para com Deus, não são mais do que simples sonho". (Pág. 202)
"Enquando estiver aqui na sela, espero cavalgar e induzir outros a cavalgarem: não é meu inetnto sermos levados para os céus, com os braços cruzados". (Pág. 204)
"Ou comamos e bebamos, porque amanhã morreremos, ou ariscaremos a vida, a morte, tudo, pelo Senhor Jesus. Precisa-se aqui, somente de homens que arrisquem tudo; os descontentes podem voltar..." (Pág. 204)
"Cristo não morreu para que os homens que continuam pecando escapem do castigo". (Pág. 200)
"Um doas maiores pecados deste povo é a terrível preguiça; todos querem sentar e conversar, achando que trabalhr é tolice. Sinal de sabedoria, para muitos, é deixar o próximo fazer tudo. O cristianismo absorvido por este povo não corrigiu este erro e nem produziu amor, pois ninguém manifesta amor para com Deus." (Pág. 202)
"Todos cantam esse amor; falam nele, mas, quanto ao seu sacrifício o seu serviço para com Deus, não são mais do que simples sonho". (Pág. 202)
"Enquando estiver aqui na sela, espero cavalgar e induzir outros a cavalgarem: não é meu inetnto sermos levados para os céus, com os braços cruzados". (Pág. 204)
"Ou comamos e bebamos, porque amanhã morreremos, ou ariscaremos a vida, a morte, tudo, pelo Senhor Jesus. Precisa-se aqui, somente de homens que arrisquem tudo; os descontentes podem voltar..." (Pág. 204)




















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